Concerto Romântico | Solistas da Metropolitana
Música & Festivais | Clássica
Auditório
Classificação Etária
Maiores de 6 anos
Bilhete Pago
A partir dos 5 anos
Promotor
Museu do Oriente (Fundação Oriente)
Breve Introdução
O oboé e a viola d’arco são frequentemente conotados com sentimentos de melancolia. O som do primeiro é penetrante e algo nasalado. O outro é mais escuro e aveludado. Mas ambos remetem para a introspecção e para a nostalgia. Estas são ideias comuns acerca destes dois instrumentos que, afinal, são tão diferentes um do outro. Acontece que, sobretudo em matéria de música, nunca estamos todos de acordo, tanto mais quando se trata de atribuir adjetivos ou arriscar associações. Por isso, os Solistas da Metropolitana convidam cada um a ouvir por conta própria. Primeiro, o oboé, com os Três Romances, de Clara Schumann. Originais para violino e piano, estas peças exploram o equilíbrio entre melodias cantabile e virtuosismo técnico. Depois, a viola, com uma Sonata de Franz Schubert originalmente escrita para violino e arpeggione, um instrumento antigo parecido com uma guitarra tocada ao jeito do violoncelo. Foi mais tarde adaptada para outras formações, como aqui num duo de viola e piano. Por fim, o oboé e a viola juntam-se numa obra menos conhecida, composta em 1872 por August Klughardt. Respectivamente baseadas em cinco poemas, são curtas fantasias musicais que ilustram sequencialmente o amor romântico, o cair da noite num lago rodeado de juncos e salgueiros, a inquietação de que lembra o ser amado, uma tempestade e a luz do luar.
Programa / Cartaz
C. Schumann Três Romances, Op. 22 (oboé e piano; original para violino e piano)
F. Schubert Sonata Arpeggione (transc. para viola e piano)
A. Klughardt Canções dos Juncos
Solistas: Carla Pereira (oboé), José Freitas (viola), Dana Radu (piano)
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Clara Schumann (1819-1896) – Três Romances, Op. 22, para oboé e piano, original para violino e piano (1853)
8 min.
I. Andante molto
II. Allegretto
III. Leidenschaftlich schnell
Franz Schubert (1797-1828) – Sonata em Lá Menor, D 821, Arpeggione (1824; transcrição para viola e piano)
25 min.
I. Allegro moderato
II. Adagio
III. Allegretto
August Klughardt (1847–1902) – Canções dos Juncos, Op. 28, para oboé, viola e piano (1872)
18 min.
I. Langsam, träumerisch (Lento, sonhador)
II. Lebhaft, mit leidenschaftlichem Ausdruck (Vivo, com expressão apaixonada)
III. Zart bewegt (Suavemente agitado)
IV. Feurig bewegt (Movimento ardente)
V. Im ruhigen, gleichmäßigen Zeitmaß (Em tempo calmo e regular)
Preços
Bilhete: €10
Sessão
01 fev 2026 17:00
Duração
75 minutos
Abertura Portas
16:30
Intervalo
Sem Intervalo.
Transportes Públicos
Autocarros e eléctricos
Av. 24 de julho – 15E, 18E, 728, 732, 760
Av. Infante Santo – 720, 738
Av. de Ceuta – 712, 713, 714, 727, 742, 751 e 756
Comboios
Linha de Cascais (Estação de Alcântara) *
Linha da Azambuja (Alcântara-Terra)
* Na estação de Alcântara existe uma passagem subterrânea para peões com saída junto ao Museu.
Estacionamento
Parque público junto ao Museu.



