Entre concertos, o festival aposta também num conjunto de atividades paralelas. Além das iniciativas para famílias e da feira de artesanato, a programação inclui performances, cinema, dança, uma mesa redonda e uma instalação que terão lugar no Auditório Agostinho da Silva.
Na sexta-feira, dia 10 de agosto, em duas sessões, às 15h00 e às 18h00, o cinema chega ao festival com as Curtas em Flagrante. Com filmes essencialmente portugueses, estas sessões levam-nos até revoluções, à infância, aos amores e desamores e à arte urbana, entre muitas outras histórias para ver no grande ecrã: Eden, de Ana Pio; Habitat, de Max Henrrique; Câmara Nova, de André Marques; Porque é este o meu Ofício, de Paulo Monteiro; 20 anos de oficinas num convento, de Pedro Grenha, Rodolfo Pimenta e Rui Cacilhas; Noite de São João, de José Pedro Lopes; Laranja Amarelo, de Pedro Augusto Almeida; Pedras no Caminho, de Diogo Pessoa de Andrade; Norley e Norley, de Flávio Ferreira; Como Semear uma Colmeia?, de Tiago Moura; Fugiu. Deitou-se. Caí, de Bruno Carnide; Gary, de Marina Thomé; e Razão Entre Dois Volumes, de Catarina Sobral.
Neste espaço, serão também apresentados os projetos selecionados pela bolsa Filhos do Meio, atribuída pela Materiais Diversos para apoiar e dar a conhecer artistas de Santarém. Classe do Jaime, de Susana Domingos Gaspar e Edgar Valente, e S E N S O, do Colectivo249, foram os projetos escolhidos, no ano passado, e integram agora o programa do BONS SONS, parceiro da iniciativa.
Ainda no domingo, às 19h15, a Mesa Redonda Os Lugares e os/dos Artistas vai dar a conhecer os projetos e artistas Filhos do Meio, procurando compreender a importância desta bolsa nos seus percursos profissionais e pessoais, mas também refletir sobre a importância da prática artística na vida dos lugares e sobre a vitalidade que os lugares trazem à criação artística.