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“Alice no País das Maravilhas” estreia hoje no Teatro Nacional D. Maria II

Estreia hoje no Teatro Nacional D. Maria II o espectáculo "Alice no País das Maravilhas", uma adaptação de Ricardo Neves-Neves a partir do conto de Lewis Carroll. Uma encenação de Maria João Luís e Ricardo Neves-Neves.

Estreia hoje no Teatro Nacional D. Maria II o espectáculo Alice no País das Maravilhas, uma adaptação de Ricardo Neves-Neves a partir do conto de Lewis Carroll. Uma encenação de Maria João Luís e Ricardo Neves-Neves.

Com produção do Teatro da Terra e do Teatro do Eléctrico, em coprodução com o Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Nacional São João e o Cineteatro Louletano, Alice no País das Maravilhas estará em cena na sala principal do Teatro D. Maria II até ao próximo dia 6 de janeiro.

Alice no País das Maravilhas é uma adaptação de Ricardo Neves-Neves, a partir de As Aventuras de Alice no País das Maravilhas e Alice no Outro Lado do Espelho de Lewis Carroll. O elenco conta com Ana Amaral, Beatriz Frazão, Beatriz Maia, Helena Caldeira, Inês Dias, Joana Campelo, José Leite, Leonor Wellenkamp Carretas, Márcia Cardoso, Maria João Luís, Patrícia Andrade, Pedro Lacerda, Rafael Gomes e  Sílvia Figueiredo.

Alice no País das Maravilhas é a obra mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada em 1865, sob o pseudónimo de Lewis Carroll. É uma das mais célebres obras do género Nonsense e do Absurdo. Uma menina chamada Alice é atraída através da sua curiosidade para uma toca de coelho, onde cai e é transportada para um lugar fantástico, povoado por criaturas particulares e onde impera uma lógica absurda e paralela à do nosso quotidiano.

É um retrato crítico da Inglaterra Victoriana, a partir de figuras reais do meio por onde Lewis Carroll se move. A linguagem criada por Lewis Carroll, numa constante fuga e crítica ao racionalismo, faz com que esta obra se desvie do padrão literário da época. O nonsense como linguagem representa de certa maneira a libertação de um modelo de discurso ou de normas literárias pré-definidas, bem como da rigidez social que impera na Era Victoriana.

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