A MINHA CABEÇA é um espectáculo de cariz autobiográfico que aborda a relação do espólio colonialista de uma família na sua sobrevivência do pós-25 de Abril. Um dos elementos principais desse espólio é um busto de marfim – uma presa de elefante esculpida em forma de cabeça. A partir da descrição do processo de certificação do ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e das florestas – que a legislação obriga na criação de um registo das peças de marfim com mais de quarenta anos – estabelece-se uma teia de relações geográficas e familiares. Seguindo o rasto do animal morto que providenciou os recursos económicos desta família no pós-25 de Abril, descobrem-se versões contraditórias do passado e por vezes incompreensíveis.
* A MINHA CABEÇA é uma co-produção com o Teatro do Bairro Alto.
Ficha Artística
Texto Carla Bolito e Venâncio Calisto Encenação Carla Bolito Elenco Carla Bolito, Kimberley Ribeiro e Daniel Martinho Coreografia Kimberley Ribeiro Espaço Cénico Marcello Urgeghe Desenho de Luz Daniel Worm Sonoplastia Rui Dâmaso Figurinos Ricardo Preto Produção Estado Zero / Marta León Teatro do Bairro Alto
Informações Adicionais
MUITO IMPORTANTE: – As portas abrirão, pelo menos, uma hora antes do início dos espectáculos e pede-se aos espectadores que compareçam mais cedo, com, pelo menos, meia-hora de antecedência para se efectuarem todos os procedimentos de segurança. – Os espectáculos terão início à hora marcada e não será permitida a entrada após o início dos espectáculos. – Os espectadores devem cumprir rigorosamente todas as instruções dos assistentes de sala, devidamente identificados e em nenhum caso poderão trocar de lugares ou deslocar-se pelo recinto sem motivo justificado. – No final de cada espectáculo, os espectadores deverão, obrigatoriamente, permanecer sentados nos seus lugares até serem instruídos pelos assistentes de sala para abandonar o recinto, por local diferente da entrada, de forma disciplinada e respeitando o distanciamento físico.
POR FAVOR, NÃO ESQUEÇA: – É obrigatório o distanciamento físico de 2 metros no acesso ao recinto e às bilheteiras (a lotação da bilheteira do Teatro Diogo Bernardes é de 1 pessoa). – É obrigatória a higienização das mãos à entrada no recinto. – É obrigatório o uso de máscara por parte do público durante todo o tempo dos espectáculos. – A abertura do teatro será antecipada para assegurar o acesso atempado ao mesmo, devendo os espectadores dirigir-se de imediato aos lugares indicados pelos assistentes de sala, cumprindo rigorosamente as instruções dos mesmos. – A permanência nos locais de atendimento deve ser limitada ao tempo estritamente necessário à realização do atendimento. – O bar do Teatro Diogo Bernardes encontra-se encerrado. – Nas instalações sanitárias, feminina e masculina, apenas serão permitidas duas pessoas em simultâneo, situação que será sempre controlada por um assistente de sala à entrada das mesmas. – Não será permitida a permanência de espectadores no interior do Teatro Diogo Bernardes após o final dos espectáculos.