em , , ,

SUPER BOCK EM STOCK – Antevisão do primeiro dia

Super Bock em Stock está de regresso invadindo a zona da Avenida da Liberdade com mais de cinquenta concertos, em dez palcos, no curto espaço de tempo de dois dias!
Se por um lado teremos grandes nomes da música indie actual a actuar em espaços conceituados da zona antiga de Lisboa – como o Cinema São Jorge, o Teatro Tivoli, o Capitólio, o Coliseu dos Recreios, a Casa do Alentejo ou o Palácio da Independência – haverá também pequenas pérolas escondidas para serem descobertas, em espaços que habitualmente não recebem este tipo de espetáculos – como a Estação Ferroviária do Rossio, o Palácio Foz, a Sociedade de Geografia de Lisboa, ou a Casa do Alentejo.
O CA Notícias irá estar a acompanhar o festival, onde pode acompanhar os melhores momentos no nosso instagram. Para já, fique a conhecer os nossos destaques desta edição do Super Bock em Stock!
Começamos pelo primeiro dia, sexta-feira 22 de novembro.
NIKKI MOSS – 19:30 –  20:15   +  Cinema São Jorge (Sala 2)
Niki Moss é o alter-ego de Miguel Vilhena, músico multi-instrumentista, fundador da editora Pontiaq, vocalista da banda Savanna e produtor de uma série de outras bandas portuguesas (Pista, Ditch Days, Marvel Lima, Flying Cages, George Marvinson…) A partir de agora também ficaremos a conhecer o seu belíssimo trabalho a solo.

LUÍS SEVERO E CONVIDADOS – 20:10 –  21:00  +  Teatro Tivoli BBVA
Depois da notável estreia em 2015 com o independente “Cara d’Anjo”, Luís Severo juntou-se à Cuca Monga, editora pela qual lançou, com a mão da Sony Music, o seu segundo disco, o homónimo “Luís Severo”, que o levou aos lugares cimeiros das listas anuais da imprensa e aos mais emblemáticos palcos e festivais do pais. Com apenas dois álbuns editados, era já um dos nomes consensuais da escrita de canções da sua geração, mas não é por isso que deixa de surpreender. Do choque concordante entre o acústico e o eletrónico, da contenda conciliante lírica e de todos os contrastes imagéticos, Luís Severo afasta-se do que já por si foi feito e, sem nunca perder o centro que o particulariza, chega assim com o seu terceiro disco, “O Sol Voltou”.

DREAM PEOPLE 21:20 –  22:10   +  Sala Buondi (Palácio da Independência)
A esta hora temos o coração dividido entre Dream People e Marinho no Salão Ermida Freitas (Maxime).
Dream People passeiam os seus sons entre synths que nos levam ao etéreo universo do dream pop e poderosas guitarradas que nos envolvem numa espécie de synth rock psicadélico reminiscente a uns modernos Doors, a música dos Dream People é um exercício de constante reinvenção e expansão criativa e de procura de novas identidades.

MICHAEL KIWANUKA 22:00  –  23:10   +  Coliseu dos Recreios – Sala Super Bock
“Home Again”, primeiro disco de Michael Kiwanuka lançado em 2012, foi um sucesso comercial e artístico, entrando para os tops e tendo sido nomeado para um Mercury Prize. Michael correu o mundo, mas em 2015 estava na altura de voltar ao estúdio. “Love & Hate” saiu em 2016, com o selo de qualidade da produção de Danger Mouse. Com este segundo registo, Michael Kiwanuka quis arriscar um pouco mais, experimentou, mas isso não afetou as vendas – pelo contrário, o disco assumiu a liderança do top de vendas em Inglaterra. As influências de vozes como as de Van Morrison ou Curtis Mayfield são óbvias, mas Michael Kiwanuka tem conseguido desenvolver uma linguagem muito própria, numa mistura audaciosa de folk, indie rock e r&b. Em 2019, editou mais um single de sucesso: “Money”, com Tom Misch. O seu terceiro disco, um homónimo, de novo produzido por Danger Mouse, chega em outubro de 2019. A escrita está mais apurada do que nunca e o público português terá aproximadamente um mês para ensaiar essas novas canções

FRIENDLY FIRES [DJ SET] 00:30  –  02:00   +  Coliseu dos Recreios – Sala Super Bock
Tendo provado no último ano que são uma das bandas mais queridas do Reino Unido, através de uma série de concertos jubilantes, e de dois singles (“Love Like Waves” e “Heaven Let Me In”, e uma versão de “Lack of Love” de Charles B & Adonis), ambos uma destilação quase perfeita da euforia dos clubs, marcados pela sua sensibilidade pop moderna, este verão lançaram o seu novo álbum “Inflorescent” que é o som de uma banda rejuvenescida e renascida. Apesar de ser DJ set, é o concerto a não perder.

Os bilhetes têm de ser trocados por pulseira, no Coliseu de Lisboa, entre as 13h e as 20h no dia 21 e das 13h à 1h nos dias de festival.
A pulseira dá acesso a todos os concertos, de acordo com a lotação de cada espaço.
Os bilhetes custam 50 euros e dão acesso aos dois dias de festival.
Entre as 19h e a 1h, nos dias de festival, haverá shuttles para assegurar o transporte entre as diversas salas.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Blaya

BLAYA edita hoje o seu novo single “Baza”

Age of Wonders: Planetfall - Revelations - Trailer de lançamento

Age of Wonders: Planetfall – Revelations – Trailer de lançamento