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Rescaldo: Nulo em Alvalade mantém dragões na liderança

O primeiro clássico da época opôs o Sporting e o Porto em Alvalade. O jogo entre líder e segundo classificado prometia, mas a inexistência de golos deixou um amargo de boca. Os visitantes entraram a todos o gás e dominaram a primeira parte. Já o conjunto de Alvalade acabou por equilibrar um pouco o jogo na segunda metade e com o jogo mais aberto persistiu o nulo.

Jorge Jesus pouco mexeu relativamente ao jogo a meio da semana frente ao Barcelona. A lesão de Coentrão foi colmatada com a entrada de Jonathan Silva e, o também indisponível, Doumbia deu lugar ao habitual titular Bas Dost. No Porto, destaque para a inclusão de Layún no lugar de Ricardo Pereira e na continuidade da aposta em Sérgio Oliveira por parte de Sérgio Conceição.

A primeira parte começou com o Porto mandão. O Sporting conseguia manter a bola durante mais tempo, mas foi o Porto a equipa mais perigosa e decidida no ataque. Brahimi foi um constante quebra-cabeças para a defensiva leonina. A primeira grande ocasião do jogo foi do Porto e de Aboubakar, que aos 19 minutos rodou sobre Mathieu e rematou junto ao poste da baliza à guarda de Patrício. O guarda-redes leonino esteve inspirado e aos 41 minutos tirou a bola dos pés de Aboubakar, que apareceu isolado, na cara do guardião português. O Sporting fez o primeiro remate logo de seguida, com um cabeceamento de William desviado por Iker Casillas. A primeira parte termina com uma bola na barra da baliza sportinguista, cabeceada por Marega.

Na entrada para a segunda parte, Jorge Jesus mexeu nos posicionamentos, fazendo recuar Battaglia e avançar William e trocando os extremos, sendo Acuña o responsável por tentar anular as investidas de Brahimi. O Sporting entrou mais decidido, também fruto da menor preponderância do ataque portista. Gelson Martins “substitui” Brahimi e tentou conduzir a sua equipa à vitória e Bruno Fernandes chegou a estar muito perto de a materializar, aos 60 minutos, depois de roubar a bola a Danilo, mas o remate do médio saiu muito por cima da baliza. Apesar dos portistas terem tirado o pé do acelerador, ainda fizeram com que Rui Patrício se tornasse, mais uma vez, o padroeiro de males menores para a equipa verde e branca. O titular da seleção portuguesa tirou a água da boca a Marega e, já no fim, defendeu o livre de Herrera, mantendo o resultado com que o jogo se iniciara.

No final a divisão de pontos não agradou a Sérgio Conceição, resignou Jorge Jesus e deixou tudo como estava à entrada para esta jornada.

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