Palmeira seduzido pelo projeto azul

Central que deixou o Tondela recusou propostas melhores para jogar num histórico português

Ambição: Palmeira sonha com patamares mais elevados

O convite do Belenenses deixou Palmeira, defesa-central de 24 anos, nas nuvens, dado ser uma boa via para regressar à I Liga, vindo do Tondela, do segundo escalão. É verdade que, em 2012/13, no Braga, José Peseiro já o havia lançado às feras contra Gil Vicente e Sporting, mas ficou-se por aí a passagem pelo escalão maior. O jovem tinha mais opções, mas, ao ouvir o nome do Belenenses, garante que nem pensou mais.

É um clube histórico e isso ajudou-me a tomar a decisão, até porque, além dos três grandes, só Belenenses e Boavista ganharam um título de campeão. Pareceu-me ser um projeto muito ambicioso e, apesar de ter propostas financeiramente atrativas, da Roménia e da Polónia, preferi o Belenenses”, afirmou a O JOGO a primeira contratação do clube do Restelo para 2014/15.

Conhecido no plantel, Palmeira tem Miguel Rosa, com quem se cruzou ao serviço da Seleção de sub-19. Mas foi de André Pires, seu antigo colega no Braga B, que o defesa recolheu mais informações, até porque este fez parte da sua formação no Belenenses. “Ele falou muito bem do clube, disse que era cumpridor e honesto”, revela.

Jogador polivalente, que tanto joga no eixo da defesa como na ala direita, além de, se necessário, à frente da defesa, Palmeira assume que é como central que se sente “mais à vontade”. Comentando a época passada do Belenenses, Palmeira assegura que “o que se passou não corresponde ao valor da equipa”. “Queremos fazer melhor este ano, o Belenenses merece outro tipo de classificação”, diz.

O caminho de Palmeira tem levado o jogador a patamares mais elevados e esta passagem pelo clube do Restelo, pelo qual assinou por duas épocas, é mais um degrau. Para já, garante “só pensar no Belenenses”, mas o jovem não esconde outras ambições. “Sonho, um dia, chegar à Seleção Nacional, mas neste momento é cedo para pensar nisso. Espero ajudar a levar este projeto até ao fim e depois logo se vê. Um dia, gostaria de experimentar campeonatos como Itália, Espanha ou Inglaterra”, disse.

por Pedro Miguel Azevedo

Via: Crónicas Azuis

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