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Bluemotors: Um negócio da China

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Aproxima-se mais um negócio da China ou seja:

A Pirelli vai ser “chinesa”

Está prestes a avançar um mega negócio que deverá terminar com o gigante industrial chinês, a ChemChina, a adquirir a italiana Pirelli, um dos mais reputados fabricantes mundiais de pneus.

A companhia italiana de pneus Pirelli, bem como a sua subsidiária alemã especializada apenas em motos, a Metzeler, estão em pleno processo de serem adquiridas pelo gigante industrial China National Chemical Corp (ChemChina) – uma empresa química detida pelo estado, cuja companhia subsidiária China National Tyre & Rubber Co. fabrica os pneus CST que equipam a maioria dos milhões de motos, scooters e carros do país. Este negócio complexo avalia a Pirelli, o quinto maior fabricante mundial de pneus, em 7,4 biliões de euros, e arrancará com a compra, por parte da China National Tyre, de 26% das ações da Pirelli detidas pela CamFin, que é desde o ano passado o maior acionista
da empresa italiana.
Se esta aquisição for avante, a ChemChina procurará então adquirir as restantes ações da companhia italiana fundada há 143 anos, assegurando assim o controlo da propriedade intelectual da Pirelli, instalações fabris e tecnologia. Ou Seja um negócio de se tirar o chapéu.

Assumindo que a face inicial do negócio passa o crivo da respetiva entidade reguladora, a oferta pelo restante capital da Pirelli será obrigatoriamente feita ao mesmo preço que a Chem China está a pagar pelas ações da CamFin. Uma vez que isto representa um considerável acréscimo sobre o preço médio a que têm sido transacionadas recentemente as ações da Pirelli, será muito provavelmente aceite pelos investidores em todo o Mundo. A ChemChina será o acionista maioritário da Pirelli, com o atual CEO, Marco Tronchetti Provera, a manter-se no cargo durante mais cinco anos.

Fundada por Ren Jianxin, que se orgulha de ter começado a sua vida profissional a lavar chávenas de chá, a ChemChina, sedeada em Pequim, tem 140 mil
trabalhadores e consiste em nove empresas separadas, cotadas nas bolsas de
Xangai e Shenzen. A confirmar-se, este negócio vai dar à Pirelli uma fatia significativa do crescente mercado chinês nas duas e quatro rodas, e pode aumentar a sua cota do mercado mundial para 10% muito brevemente.

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